quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Patchwork em Veneza

Assim como em Paris, há coisas que acontecem que não têm preço!
Andando pelas ruas de Veneza, assinhó, logo que começamos a entrar, encontrei uma exposição de Patchwork. Claro, entrei! Na verdade foi minha mãe que a encontrou antes de mim.
Patchworkeiras são sempre felizes e de bem com a vida, né?
Pois bem, fiz fotos, conversei com todas as “meninas” e então fui, digo, todas nós, fomos convidadas para que no ano que vem, 2009, todas nós rumemos para Veneza, onde a exposição versará sobre: Veneza, é claro!
Tentei voltar para fotografar mais coisas, mas, como é óbvio, não pude encontrar novamente.
Em Veneza, se você tiver um insight, realize imediatamente, pois achar o caminho de volta é impossível. O resto, o cartão de crédito paga!
Até à caminho de Florença!
Bonna Sera!
O banner de entrada, feito em tecido, é claro!

O primeiro trabalho. Lindo, aberto, em retalhos. Imaginei, imediatamente como uma cortina!


Um detalhe para poder copiar melhor.

Mais um que ao longe pode parecer em tiras abertas, mas são pieces.


Um log cabin espiral e tortuoso

Piece com aplicação

Vitral Celta

Mais um vitral


Aplicação, vitral e Celta

Aplicação, vitral e celta

Uma técnica à mão sendo mostrada, mas já cheguei quase no fim. Não tive coragem de pedir para mostrar desde o início. Me arrependo!


Todas as meninas felizes, juntas, a pedido, para mostrar que o convite foi feito a todas e que patchworkeiras, não importa o lugar deste mundo, sempre serão feliz!
PS: Sinto falta do meu grupo. Sinto falta de um grupo, de uma confraria, de uma troca de confidências. Sinto falta de poder fazer parte de um grupo que poderia fazer uma exposição, aqui, em Porto Alegre, assinhó, feliz, sem compromisso. Apenas para ser feliz! Você conhece alguma onde eu possa me juntar? Me conte. Preciso de uma.
Saudades da Marli, minha mentora da máquina de costura; da Gecilda minha mentora da paz e da tranquilidade; da Maria Fernanda minha colega de escola primária e depois de patch, didata, pedagoga; da Angela, a maga dos xadrezes, do country, do rústico, do bom gosto e da cultura do velho mundo; saudades de minha professora, que não vou dizer o nome porque nos deixou sem muitas explicações e fez o grupo separar.
Saudades...única palavra portuguesa, brasileira, que significa algo sem sinônimos em outros idiomas e apenas explicável com muuuuuuitas palavras, mas aqui sempre bem entendida como única...















Um comentário:

Andrea disse...

Lindas peças!!!! è uma pena que as pessoas que realmente se dedicam ao patchwork morem tão afastadas... um grande abraço...

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