sábado, 17 de julho de 2010

Patchwork, negócios, idéias e a vida, como ela quer

Gente, a vida acontece como ela quer. Isso não descobri, porque acredito para todos as coisas aconteçam assim. Planejamos de uma forma; visualizamos de uma forma e acontecem de outra.
Pois bem, agora não foi diferente. Parece que querer conhecer o corpo, a mente e alma sejam formas de fazer nascer situações diferentes...
Sempre pensando na Criado no Brasil nas áreas domésticas, tais como cozinha, sala, cama, paredes, atingi um paradigma tão grande que agora percebo, é antigo.
A Criado no Brasil, apesar de termos muitos trabalhos feitos para tais áreas do lazer e da casa, nascerá na linha yoga. Como assim? Pois é, as coisas acontecem como deveriam acontecer...
A linha yoga entrará em circulação no final do mês de julho. Foi elaborada para a Yoga Iyengar, pois com ela alguns acessórios são necessários. Das bag para levar os acessórios nasceram outros produtos, e assim a coisa anda.
A linha yoga da Criado no Brasil será apresenta aqui assim que ela sair na rua.
Mas ela é só patchwork? Não!!!!! Ela é também Mixed Media! Ela é vida! Ela é arte! Ela é personalizada, assim como a yoga. Os tecidos saíram do virgem e por eles foram passadas muitas técnicas. A mistura, a mescla, a união das técnicas, da vida, da escolha mais apropriada. A união de uma arte personalizada, para quem é pessoal.
Escolha a sua e seja feliz!

_/\_
Namastê

PS: Vou dar uma palhinha de uma parte criada, personalizada, artística, dessa linha. Espero que gostem!






sexta-feira, 9 de julho de 2010

Brasil X Paraguay X Espanha

Jamais bloguei alguma coisa de futebol, países e, muito menos, Copa do Mundo. Mas o farei aqui, agora.

O Brasil já era derrotado pela Holanda, mas em matéria feita pela a emissora SportTV um vídeo qualifica o país irmão (hermano) do Mercosul de forma desqualificada. Ali, qualifica o Paraguay por Larissa Riquelme. Mulheres com esta obstinação existem em todos os países e o Brasil, inclusive, vamos reconhecer, é mundialmente conhecido por elas. Quase um exportador!

Daí, falar da comida típica, do valor monetário do dinheiro local e mostrar as estradas interiores ruins, foi imediato. Eis um caso, que hoje, é diplomático!

O que dirão os estrangeiros, que virão na Copa de 2014, do Acarajé vendido nas ruas de Salvador? O que dirão os estrangeiros que virão na Copa de 2014 dos piratas vendidos pelos camelôs? O que dirão os estrangeiros que virão e comerão o cachorro quente do Rosário, vendido na rua e que ali se fez porque tem sua qualidade? E dos pontos de prostituições? E das favelas que existem em todas as cidades brasileiras, e junto com elas, suas mazelas?

Foi um tiro no pé! 2014 está aqui e agora! Já começam as discussões sobre o investimento público em estádios que deveriam ser privados e que o atraso seria uma forma de fazer o público, investidor. Pergunto: a iniciativa pública vai tirar os mendigos da rua, as favelas e suas mazelas, os narcotraficantes das favelas e as comidas de rua, das ruas? Imagino que não! Não fez até hoje e se o fizer vai ser para esconder uma realidade, real. De forma momentânea, quase um cenário. Ridículo!

E, imaginem, o Brasil não enfrentaria o Paraguay até as finais! Desnecessário. Um tiro no pé da economia e de um acordo internacional chamado Mercosul.

Não fosse isso, a Espanha fez pior. Num vídeo, que se imagina ser de um programa satírico, colocou uma personagem que aparentava ter sarna, doenças de pele, sentada no chão de areia e feliz por sua seleção estar disputando a Copa numa instância tão longe em detrimento de sua situação.

Pergunto: Para que isso? Para ser melhor sobre o pior dos outros? Para mostrar que em seus países isso não existe? Como assim? Como assim?

Não posso ser feliz porque minha seleção foi guerreira (no caso falo do Paraguay)? Não posso competir na Copa do Mundo porque meu país tem problemas sociais (no caso falo do Paraguay)?

A seleção Paraguaya não obteve torcida dos povos latinos por causa de uma Larissa Riquelme, mas sim porque não teve problemas psicológicos e lutou, mas lutou tanto que mostrou para a Espanha a alquimia de barrar a Alemanha. E, assim o fez, no jogo Espanha X Alemanha. O Touro Espanhol derrubou o Tanque Alemão! A Argentina, arquiinimiga brasileira, mesmo sofrendo uma goleada, jamais esmoreceu. Não teve problemas psicológicos! Mostraram que latinos não são tão passionais que não sabem admitir derrotas. Por isso, muito obrigada!

Bem, então a Espanha terá que exportar muitos importados que lá habitam e o Brasil não poderá receber a Copa de 2014, pois se mostrados os vídeos nacionais, reais, nem mesmo poderíamos torcer pelo maior patrimônio desse pais: o Futebol. Que, diga-se de passagem, é privado, já que a CBF não é uma empresa privada.

Pensem, conheçam e tenham opinião própria antes de falar. Lembrem-se: uma fronteira é igual no mundo inteiro. Não julguem um país por ela.



PS: A música colocada na matéria da SportTV é cantada em Guarani. O Paraguay tem dois (02) idiomas oficiais, vejam bem! Não sei o que ela quer dizer, mas pode ser um agravante maior.

Sim, eu tenho motivações pessoais para proteger o Paraguay e jamais escondo dizendo: Não falem mal do Paraguay na minha frente que posso, como brasileira, colocar muitas coisas em contra.

Agora, o que aconteceu não é um incidente diplomático. É um atentado, terrorista, diplomático! Que venha a diplomacia, com seu mesmo tempo de exibição no ar para mostrar o contrário, nos dois países. Pedir desculpas diminui orgulho, nesse caso, muuuuuuuuito necessário!

Links para que vejam os vídeos no youtube:




terça-feira, 6 de julho de 2010

Fui na Casa Cor Porto Alegre

Sim, estou com preguiça de escrever, sem vontade, sem inspiração! Deve ser o inverno...ou a falta de um bom banho de sal grosso! Acho que vou fazer um a-ma-nhã!
Bem, mesmo assim, ir e escrever sobre a Casa Cor não é nada absurdo!
Quem faz patchwork, pinta, faz Mixed Media tem que ir à Casa Cor, comprar revistas de decoração e moda, pois ali está o caminho. Melhor se ele for visto quando ainda não saiu na revista nacional, mas sim na internacional. Nem sempre conseguimos, afinal, as revistas são muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito caras! E a internet, bem, ela não mostra tudo! Se eu tiver que escolher entre produzir, criar e pesquisar, fico com criar e produzir. Mas não vou ser hipócrita, a-do-ro pesquisar, criar e fazer o piloto! Mas, são situações antagônicas, pois cada uma delas consome o tempo da outra.
Bem, o que vi?
Vi que nos móveis falta a história; vi que nos móveis falta aquele que temos em casa e que podemos fazer algo por ele, e não dar para alguém ou doar para Mensageiros de Caridade e, depois se arrepender.
Vi que em móveis, todos são parecidos, quase iguais!
Vi que os detalhes falam mais alto e nem sempre são vistos, pois são detalhes, né? E, nem devo ter visto a todos eles como deveria.
Vi que comprei a revista, para não dar uma de grossa com o celular na mão, e ali não encontrei tudo que queria fotografar.
Vi que pesquisar lá fora é mais sincero, pois mostra mais, mesmo que nem tudo que possamos ver se estivermos in loco.
Do que pude fotografar e que não está na revista, é esse banco de rua que mostra mais alto, mas que pode ser de dentro de casa.
Imagine isso:
Esse banco, dentro da sua casa, num local pré-definido, mas que pode ser levado para outros locais; pense que ele pode ser pintado ou pode ser forrado de tecidos; pense que ele pode também ir para rua, mas não ficar lá. Pense...
Eis o banco.
Agora, pense.

_/\_
Namastê

Ele é um banco, ao estilo carrinho de mão! Agora, imagine!


sexta-feira, 2 de julho de 2010

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